O STF caiu. Não foi hacker: foi o próprio lixo vazando.
Hoje o Supremo não caiu por DDoS estrangeiro. Caiu porque André Mendonça, a pedido do Faquim, tirou o sigilo do Master — 25,3 GB, uns 4 mil arquivos, documento, áudio, vídeo — e o Brasil inteiro foi baixar. Servidor da Corte mais poderosa do país sentou. R7 cravou: sistema fora do ar. Isso já era escárnio. O resto é o circo se comendo vivo.
Moraes não discute transparência: acusa o colega de seletividade. Quinze procedimentos “abertos”, 180 peças de fora, segundo ele, de um total na casa das 4.500. Relator “interessado”, diz o ofício. O mesmo Moraes que aparece no capítulo Vorcaro — relatório da PF, celular do banqueiro, escritório da esposa com contrato milionário — agora pede pra investigar o Mendonça por abuso e quer julgamento conjunto. Toga x toga, no diário oficial da vaidade.
No meio da pilha tem DVD. Mídia. Prova. O Peter (ANCAPSU, 11/09) aponta isso e a torcida liga à “festa das astronautas” / Vorcaro / Garotinho falando em autoridade nua. O próprio Peter desconfia do Garotinho. Então não publique como fato o que é tesão de comentário. Publique o que é fato: a Corte que se vendeu como sacerdócio agora discute, em público, o que escondeu, o que soltou, e o que o colega “esqueceu” de soltar — enquanto o site dela não aguenta o download.
Sigilo pra uns. Dump pra outros. Queda geral. Isso não é Justiça. É escárnio com wi-fi.
Trecho (YouTube)
Fonte: ANCAPSU / Peter — 11/09/2026.
Prints do X (origem do vídeo)